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dezembro 18th, 2007 | Louco que escreveu: Cristiano Vieira
Os passos passam, passeiam, Vagueiam.
Os caminhos vão ficando e ao longe entoam a saudade afinando a nota da esperança.
Os percalços, buracos, desvios…
O retorno, o arrependimento, o fim?
Percorrer eu quero, desejo, porém ao horizonte há escuridão.
O sol se põe, a lua não nasce, as estrelas morreram e a luz já não é minha amiga.
Medo, terror… Ouço passos, não assusto, passos meus quebram os ruídos.
Um brilho, uma claridade, uma luz quero encontrar.
Tão brilhante, ao longe, impalpável, intocável.
O vento não sopra, o frio agride, um homem chora e na caminhada regride.
Joelhos ao chão, pedidos de perdão, declaração de amor, parecem uma oração.
Desejos obtusos, lábios trêmulos, sonhos alcançados.
A caminhada recomeça agora sobre sua proteção, ao seu lado, passo a passo, é assim minha caminhada… pen drive hd mercado livre flores amor rede apostilas concurso inss correios
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dezembro 14th, 2007 | Louco que escreveu: Cristiano Vieira

A vida é um caminho que ao percorrermos encontramos sonhos e desilusões, paixões e amores, amor e ódio. Mesmo com tantas atrações no caminho, a caminhada pela vida seria vã se nela não houvessem pessoas. mercado livre chocolate páscoa computador

Dentre tantas situações que passei, nas mais belas e nas mais tristes sempre haviam outras pessoas envolvidas. amor sexo sonhos viagens

Lembro-me que quando eu era um garoto, que buscava me espelhar nas pessoas adultas para seguir seus exemplos, construí na mente vários heróis. Heróis não como aqueles da TV, mas heróis de verdade. aposta software estude em casa

Ao crescer, percebi que os heróis que eu havia imaginado são, assim como eu, limitados. Porém suas limitações os tornam ainda mais heróis.

Senti necessidade de escrever as linhas anteriores para poder citar um homem que, quando olho minha vida, não há como deixar de perceber a importância dele para minha formação.

Seu nome?
Francisco Cavazzuti, ou como prefiro chamá-lo, Padre Chico.

Lembro-me a festa que meus irmãos e eu fazíamos sempre ao encontrá-lo.

Sempre sorridente e com uma paciência cativante, ele nos envolvia e dava-nos o sentimento de liberdade e responsabilidade que nós ainda crianças não entendíamos.

Sempre nos agradando com doces, presentes, ou com o que ele tinha de melhor a oferecer, as palavras carinhosas, que mesmo quando eram um “puxão de orelha”, como ele gostava de dizer, eram agradáveis.

Não há como esquecer o dia em que minha irmã mais nova nasceu e o Padre Chico, dentro do hospital, olhou pra mim com um sorriso belo e me perguntou com seu sotaque italiano:

- Como ela vai se chamar?

Mesmo que o mundo fosse contra, eu senti que o direito de escolher o nome de minha irmã tinha sido dado a mim e eu não o deixaria escapar, e após alguns segundos de reflexão falei com ar de razão:

- Carolina!

Mesmo sendo um homem que às crianças transmitia no sorriso a doçura do mel, Padre Francisco destilava o fel contra os que praticavam a injustiça. Discursava a favor dos pobres, dos oprimidos e isso fez com que homens poderosos o vissem como inimigo.

Tentaram tirar-lhe a vida, mas não conseguiram, só que roubaram-lhe a visão.

Eu ainda era um garoto, com apenas quatro ou cinco anos, porém lembro-me bem do dia em que ele voltou à casa paroquial de Sanclerlândia após o atentado. Era uma multidão que estava ali para recebê-lo, mostrando assim que ele era amado.

Sempre me sentia orgulhoso de estar perto do Padre Chico, de conduzi-lo até minha casa para que ele pudesse comer das pamonhas que minha mãe fazia.

Fui crescendo, aprendendo mais sobre a vida, porém lá estava o Padre Chico me aconselhando, me confortando em horas difíceis.

Sempre que eu ou minha família precisávamos de um conselho ou até mesmo de ajuda financeira, Padre Chico estava disposto a nos ajudar.

Muitos anos se passaram e hoje já não sou mais criança, porém pude contemplar seu sorriso ao brincar com meus primos pequenos, e posso dizer sem medo de errar que a doçura e a ternura de seu rosto ao sorrir permanecem.

Ainda tenho orgulho de dizer que sou amigo do Padre Chico, ainda sinto-me feliz ao ouvir sua voz com o belo sotaque italiano.

Logo após minha formatura, ao ler para ele minha oratória da colação de grau, me senti muito feliz quando ele me parabenizou dizendo que tinha ficado muito boa.

E de tantos aprendizados que obtive com este homem, posso dizer que meu caráter hoje é parte do que dele recebi.

Com o Padre Chico conheci a Deus, conheci as palavras de Jesus.

Ainda que hoje minha fé seja um pouco diferente da que ele me ensinou, não posso negar que a semente desta fé foi plantada e regada pelas mãos deste semeador.

Em meus vários momentos de reflexão, começo a perder a esperança nos homens, mas Deus em sua infinita misericórdia remete meus pensamentos à pessoa, ao sacerdote, ao homem Francisco Cavazzutti e assim meu coração se enche novamente desta esperança, pois vejo um exemplo de honra, dignidade, amor, fé, vitória…

Pra encerrar estas palavras, que espero, transmitam minha admiração e gratidão, citarei alguns versículos bíblicos:

Bem aventurados os que têm fome e sede de justiça, pois serão saciados. Mt. 5,6.

Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará; Direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza e nele eu confio. Sl. 91,1-2.

E para finalizar, peço licença ao Pai e repito ao Padre Chico as bênçãos Apostólicas:

O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e te conceda graça; o Senhor volte para ti o seu rosto e te dê paz. (Números 6.24-26)

maio 29th, 2007 | Louco que escreveu: Cristiano Vieira

Ler ouvindo música

Dois caras, felizes da vida em um dia a trabalho fazem uma viagem. Na volta vêem um rio lindo e dizem que um dia pescarão naquele rio. A vontade era tanta que em breve tiveram que voltar na região daquelas águas chamativas (também a trabalho), e quando voltavam da viagem pararam lá no rio novamente com o objetivo de pegar nem que fosse o rabo de um peixe, porém da tralha de pescaria os dois “pescadores” só tinham dois anzóis.
Eles poderiam desanimar, desistir, mas nunca… decidiram encontrar soluções e pescarem.
João disse:
- Vamos procurar linha aqui na beira do rio.
Por incrível que pareça, haviam metros e metros de linhas jogadas às margens do rio… agora só faltavam iscas… mas desistir? Nunca!
Enquanto Cazé amarrava a linha no anzol, João pegou um pedaço de pau e vou “cavucar” na beirada do rio almejando encontrar algumas minhocas, mas em vão.
Desistir, nunca… viva pescaria…
Diante do problema exposto, João encontrou uma garrafa pet cortada ao meio, e vendo alguns peixinhos pequenos que ficavam mais às margens do rio, decidiu colocar a metade da garrafa na água, quando um peixinho entrasse, ele o tirava e o fazia de isca.
Isso é criatividade, que funcionou, João conseguiu pegar três peixinhos, mas com estes peixinhos não conseguiu pegar nenhum maior para cortar e fazer de isca.
Enquanto João pescava, ele ria de Cazé que até então não conseguira pegar nenhum pequenino peixe para se deliciar nos prazeres da pescaria.
Até que um milagre aconteceu, Cazé conseguiu pegar a isca tão almejada, mas este quase escapoliu, pulando na meia garrafa e caindo novamente dentro dela… era um sinal divino.
Cazé, com sua falta de habilidades com pescaria iscou o peixinho e jogou o anzol e esperou, até que um peixe de cerca um palmo de tamanho mordeu a isca e vualá, “pegô o bichim atrivido”.
Agora faltava algo pra cortar o peixe, para fazer dele iscas, só que não haviam facas ou coisa parecida.
João procurou algo que pudesse cortar o peixe e nada, então Cazé viu uma garrafa de cerveja jogada às margens do Rio, Cazé então pegou esta garrafa e quebrou-a, fazendo assim dela um objeto cortante, passando a ao João que conseguiu cortar o peixe, porém algo curioso aconteceu antes desse fato. Da boca do peixe saiu um peixinho que também serviria de isca.
Enquanto João cortava o peixe, Cazé pegou o peixinho que estava anteriormente na barriga do “peixão”, o iscou e vualá, um piau…
- Cagada… duas cagadas! Gritou João.
A farra ia por aí, mas peixes não eram mais pegos. Até que o anzol de Cazé engarranchou num pau e ele perdeu sua tralha de pesca.
Ao procurar algum anzol que poderia estar jogado em algum lugar, Cazé já desistia quando João disse:
- Tem um espetado naquele saco dentro do rio.
Realmente havia o bendito anzol lá, só que pra pegar sem se sujar era impossível, mas com muita insistência Cazé conseguiu pegar aquele saco com um pau, e dali tirou dois anzóis, uma chumbada e muita linha.
Novamente em atividade de pescaria, sem sucesso a polícia florestal chegou. Em época de piracema se não tiver licença pra pescar, é multa ou cadeia, eles não tinham.
Mas os policiais vendo que eles eram muito amadores até orientaram como pegar uns peixes “talvez para tomá-los depois”, mas sem sucesso.
Então João e Cazé decidiram ir embora, dar prosseguimento à viagem, já que com a presença da lei ficaria difícil uma pescaria em paz.
Foram rindo durante a viagem toda, afinal, haviam realizado o grande sonho de pescar naquele belo rio.


Fato real, nomes fictícios.
Amigo que me inspirou a escrever este texto, vá com Deus na sua jornada.

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maio 18th, 2007 | Louco que escreveu: Cristiano Vieira

Choro de uma amiga amada!
Eu não quero mais ouvir você chorando… mas estarei contigo sempre que as lágrimas insistirem em cair.
Não quero mais que sofras, mas estarei contigo sempre que precisar de ajuda.
Quando a lágrima descer novamente no seu rosto, quero poder estar presente pra ajudar-te, pra esquentar seu coração com meu abraço.
Quando a fé estiver acabando, quero olhar em teus olhos para reacendê-la em seu coração.
Enquanto houver o brilho dessa linda ESTRELA, agradecerei a Deus por me iluminar com tamanha luz.

De repente me lembro do que Paulo disse:
AINDA QUE EU FALE A LÍNGUA DOS ANJOS E DOS HOMENS, SEM AMOR… EU NADA SERIA!

Não são muitas as palavras, porém meus sentimentos são fortes e querem colocar bálsamo em sua dor.

NÃO SE ESQUEÇA:
SE RENDA AOS BRAÇOS DO PAI.

Dedicado a minha Baianinha que é uma ESTRELA que brilha na minha vida.

Categoria: Amizade, Pessoal, Poesia  | Tags:  | Comente