Economia

Entendendo a Crise Bancária

Não vou aqui escrever textos mirabolantes sobre a crise. Apenas indicar um ótimo blog que traz explicações “fáceis” pra que leigos entendam ao menos um pouco o que está acontecendo.

http://blogdocredito.wordpress.com/

Tenho dito!

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  • Fernando

    Oi Cristiano,
    Mega-obrigado pela sua visita e pelas suas palavras elogiosas ao meu humilde blog.
    Valeu mesmo! E parabéns pelo seu também!
    Abraço

  • Fernando

    Oi Cristiano,
    Mega-obrigado pela sua visita e pelas suas palavras elogiosas ao meu humilde blog.
    Valeu mesmo! E parabéns pelo seu também!
    Abraço

  • Fernando

    Cristiano,
    Estava relendo o teu comentário no Blog do Crédito e postei a resposta abaixo, que aproveito para compartilhar com os teus participantes.

    Você disse que achava o sistema financeiro complicado…”e tenho dito”. Resposta do Fernando Blanco:

    “Muito complicado, Cristiano, mas muito mesmo. Aqui vai uma pequena lista de complicações do sistema:
    1. Cálculos financeiros e estatísticos utilizados nos instrumentos mais complexos (e.g. derivativos).
    2. Gerenciamento das posições do banco: existem uma infinidade de tipos de operações em, e.g., dólar (e.g. opções de vários tipos, forwards, depósitos e empréstimos, futuros, etc.)
    3. Antecipação das tendências de mercado, senão é só prejuízo.
    4. Evitar fraudes externas (e.g. via internet) e internas (funcionários picaretas) e assaltos nas agências.
    5. Gerenciar a fauna que trabalha nos bancos – somos (até outro dia eu era um deles) todos muito complicados…
    Abraço, Fernando”

  • Fernando

    Cristiano,
    Estava relendo o teu comentário no Blog do Crédito e postei a resposta abaixo, que aproveito para compartilhar com os teus participantes.

    Você disse que achava o sistema financeiro complicado…”e tenho dito”. Resposta do Fernando Blanco:

    “Muito complicado, Cristiano, mas muito mesmo. Aqui vai uma pequena lista de complicações do sistema:
    1. Cálculos financeiros e estatísticos utilizados nos instrumentos mais complexos (e.g. derivativos).
    2. Gerenciamento das posições do banco: existem uma infinidade de tipos de operações em, e.g., dólar (e.g. opções de vários tipos, forwards, depósitos e empréstimos, futuros, etc.)
    3. Antecipação das tendências de mercado, senão é só prejuízo.
    4. Evitar fraudes externas (e.g. via internet) e internas (funcionários picaretas) e assaltos nas agências.
    5. Gerenciar a fauna que trabalha nos bancos – somos (até outro dia eu era um deles) todos muito complicados…
    Abraço, Fernando”

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