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Efetividade ao contrário: como o esforço das vítimas contribui para o sucesso dos contos do vigário

A credulidade humana no que se refere aos contos do vigário parece não ter limite, e há bastante tempo é campo de estudo que observo com interesse, por ser quase o oposto do conceito de efetividade: o esforço da vítima contribui para o sucesso do golpista, contra ela.

No ramo dos chamados “contos do vigário”, o que se percebe é que raramente a credulidade atua sozinha: eles funcionam tão bem porque conseguem quase sempre (há exceções!) aliá-la à exploração de alguma vulnerabilidade ou fraqueza moral, e em muitas vezes a vítima cai porque se deixa seduzir pela aparente oportunidade de:

  • levar vantagem sobre alguém desinformado,
  • receber uma recompensa desproporcional,
  • ganhar um prêmio a que não fez jus,
  • comprar um objeto mais barato que seu valor de mercado,
  • obter retorno impossível sobre um investimento,
  • pegar um empréstimo a juros impossivelmente baixos,
  • ganhar salário sem trabalhar,
  • comprar algo que tem todas as características de produto de furto ou outro crime, e similares.
Continue lendo no ótimo blog Efetividade >>

Efetividade.netO Efetividade.net é um blog sobre produtividade pessoal, efetividade, lifehacking, GTD e truques espertos para o seu dia-a-dia. Os mais de 40.000 leitores diários estão sempre atualizados sobre produtos, serviços e técnicas que fazem sua vida mais produtiva, efetiva e… agradável. Mantido por Augusto Campos.

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  • http://www.topomap.com.br Helder Delfino

    Tava lendo aqui, achei interessante a interpretação sobre o sentido da vida, e o medo da morte e  do desconhecido como proposito a este sentido!

    Publique aí… um abraço!
    um abraço!

    Ser ou não ser – eis a questão.

    Será mais nobre sofrer na alma pedradas e flechadas do destino feroz, ou pegar-me em armas contra o mar de angústias – e, combatendo-o, dar-lhe fim?

    Morrer; dormir; Só isso.
    E com sono – dizem – extinguir dores do coração e as mil mazelas naturais a que a carne é sujeita; eis uma consumação ardentemente desejável.

    Morrer – dormir – dormir! Talvez sonhar. Aí está o obstáculo! Os sonhos que hão de vir no sono da morte quando tivermos escapado ao tumulto vital nos obrigam a hesitar: e é essa reflexão que dá à desventura uma vida tão longa.

    Pois quem suportaria o açoite e os insultos do mundo, a afronta do opressor, o desdém do orgulhoso, as pontadas do amor humilhado, as delongas da lei, a prepotência do mando e o achincalhe que o mérito paciente recebe dos inúteis, podendo ele próprio encontrar seu repouso com um simples punhal?

    Quem agüentaria fardos gemendo e suando numa vida servil, senão porque o terror de alguma coisa após a morte – o país não descoberto, de cujos confins não voltou jamais nenhum viajante – nos confunde a vontade, nos faz preferir e suportar os males que já temos, a fugirmos para outros que desconhecemos?

    E assim a reflexão faz todos nós covardes.
    E assim o matiz natural da decisão se transforma no doentio pálido do
    pensamento. E empreitadas de vigor e coragem, refletidas demais, saem de seu caminho, perdem o nome de ação.
    (Hamlet, Ato III, cena 1)

  • http://www.topomap.com.br Helder Delfino

    Tava lendo aqui, achei interessante a interpretação sobre o sentido da vida, e o medo da morte e  do desconhecido como proposito a este sentido!

    Publique aí… um abraço!
    um abraço!

    Ser ou não ser – eis a questão.

    Será mais nobre sofrer na alma pedradas e flechadas do destino feroz, ou pegar-me em armas contra o mar de angústias – e, combatendo-o, dar-lhe fim?

    Morrer; dormir; Só isso.
    E com sono – dizem – extinguir dores do coração e as mil mazelas naturais a que a carne é sujeita; eis uma consumação ardentemente desejável.

    Morrer – dormir – dormir! Talvez sonhar. Aí está o obstáculo! Os sonhos que hão de vir no sono da morte quando tivermos escapado ao tumulto vital nos obrigam a hesitar: e é essa reflexão que dá à desventura uma vida tão longa.

    Pois quem suportaria o açoite e os insultos do mundo, a afronta do opressor, o desdém do orgulhoso, as pontadas do amor humilhado, as delongas da lei, a prepotência do mando e o achincalhe que o mérito paciente recebe dos inúteis, podendo ele próprio encontrar seu repouso com um simples punhal?

    Quem agüentaria fardos gemendo e suando numa vida servil, senão porque o terror de alguma coisa após a morte – o país não descoberto, de cujos confins não voltou jamais nenhum viajante – nos confunde a vontade, nos faz preferir e suportar os males que já temos, a fugirmos para outros que desconhecemos?

    E assim a reflexão faz todos nós covardes.
    E assim o matiz natural da decisão se transforma no doentio pálido do
    pensamento. E empreitadas de vigor e coragem, refletidas demais, saem de seu caminho, perdem o nome de ação.
    (Hamlet, Ato III, cena 1)

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