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	<title>Comentários sobre: Efetividade ao contrário: como o esforço das vítimas contribui para o sucesso dos contos do vigário</title>
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	<description>Contos Poemas Cronicas Reflexões</description>
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		<title>Por: Helder Delfino</title>
		<link>http://www.cafecomamigos.com.br/2009/06/25/efetividade-ao-contrario-como-o-esforco-das-vitimas-contribui-para-o-sucesso-dos-contos-do-vigario/comment-page-1/#comment-184</link>
		<dc:creator>Helder Delfino</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 14:51:21 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;strong&gt;Tava lendo aqui, achei interessante a interpretação sobre o sentido da vida, e o medo da morte e  do desconhecido como proposito a este sentido!

Publique aí... um abraço!
um abraço!


Ser ou não ser - eis a questão.&lt;/strong&gt;
&lt;strong&gt;
Será mais nobre sofrer na alma pedradas e flechadas do destino feroz, ou pegar-me em armas contra o mar de angústias - e, combatendo-o, dar-lhe fim?&lt;/strong&gt;
&lt;strong&gt;Morrer; dormir; Só isso.
E com sono - dizem - extinguir dores do coração e as mil mazelas naturais a que a carne é sujeita; eis uma consumação ardentemente desejável.

Morrer - dormir - dormir! Talvez sonhar. Aí está o obstáculo! Os sonhos que hão de vir no sono da morte quando tivermos escapado ao tumulto vital nos obrigam a hesitar: e é essa reflexão que dá à desventura uma vida tão longa.

Pois quem suportaria o açoite e os insultos do mundo, a afronta do opressor, o desdém do orgulhoso, as pontadas do amor humilhado, as delongas da lei, a prepotência do mando e o achincalhe que o mérito paciente recebe dos inúteis, podendo ele próprio encontrar seu repouso com um simples punhal?

Quem agüentaria fardos gemendo e suando numa vida servil, senão porque o terror de alguma coisa após a morte - o país não descoberto, de cujos confins não voltou jamais nenhum viajante - nos confunde a vontade, nos faz preferir e suportar os males que já temos, a fugirmos para outros que desconhecemos?

E assim a reflexão faz todos nós covardes.
E assim o matiz natural da decisão se transforma no doentio pálido do
pensamento. E empreitadas de vigor e coragem, refletidas demais, saem de seu caminho, perdem o nome de ação.
(Hamlet, Ato III, cena 1) &lt;/strong&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tava lendo aqui, achei interessante a interpretação sobre o sentido da vida, e o medo da morte e  do desconhecido como proposito a este sentido!</p>
<p>Publique aí&#8230; um abraço!<br />
um abraço!</p>
<p>Ser ou não ser &#8211; eis a questão.</strong><br />
<strong><br />
Será mais nobre sofrer na alma pedradas e flechadas do destino feroz, ou pegar-me em armas contra o mar de angústias &#8211; e, combatendo-o, dar-lhe fim?</strong><br />
<strong>Morrer; dormir; Só isso.<br />
E com sono &#8211; dizem &#8211; extinguir dores do coração e as mil mazelas naturais a que a carne é sujeita; eis uma consumação ardentemente desejável.</p>
<p>Morrer &#8211; dormir &#8211; dormir! Talvez sonhar. Aí está o obstáculo! Os sonhos que hão de vir no sono da morte quando tivermos escapado ao tumulto vital nos obrigam a hesitar: e é essa reflexão que dá à desventura uma vida tão longa.</p>
<p>Pois quem suportaria o açoite e os insultos do mundo, a afronta do opressor, o desdém do orgulhoso, as pontadas do amor humilhado, as delongas da lei, a prepotência do mando e o achincalhe que o mérito paciente recebe dos inúteis, podendo ele próprio encontrar seu repouso com um simples punhal?</p>
<p>Quem agüentaria fardos gemendo e suando numa vida servil, senão porque o terror de alguma coisa após a morte &#8211; o país não descoberto, de cujos confins não voltou jamais nenhum viajante &#8211; nos confunde a vontade, nos faz preferir e suportar os males que já temos, a fugirmos para outros que desconhecemos?</p>
<p>E assim a reflexão faz todos nós covardes.<br />
E assim o matiz natural da decisão se transforma no doentio pálido do<br />
pensamento. E empreitadas de vigor e coragem, refletidas demais, saem de seu caminho, perdem o nome de ação.<br />
(Hamlet, Ato III, cena 1) </strong></p>
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		<title>Por: Helder Delfino</title>
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		<dc:creator>Helder Delfino</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 14:51:21 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;strong&gt;Tava lendo aqui, achei interessante a interpretação sobre o sentido da vida, e o medo da morte e  do desconhecido como proposito a este sentido!

Publique aí... um abraço!
um abraço!


Ser ou não ser - eis a questão.&lt;/strong&gt;
&lt;strong&gt;
Será mais nobre sofrer na alma pedradas e flechadas do destino feroz, ou pegar-me em armas contra o mar de angústias - e, combatendo-o, dar-lhe fim?&lt;/strong&gt;
&lt;strong&gt;Morrer; dormir; Só isso.
E com sono - dizem - extinguir dores do coração e as mil mazelas naturais a que a carne é sujeita; eis uma consumação ardentemente desejável.

Morrer - dormir - dormir! Talvez sonhar. Aí está o obstáculo! Os sonhos que hão de vir no sono da morte quando tivermos escapado ao tumulto vital nos obrigam a hesitar: e é essa reflexão que dá à desventura uma vida tão longa.

Pois quem suportaria o açoite e os insultos do mundo, a afronta do opressor, o desdém do orgulhoso, as pontadas do amor humilhado, as delongas da lei, a prepotência do mando e o achincalhe que o mérito paciente recebe dos inúteis, podendo ele próprio encontrar seu repouso com um simples punhal?

Quem agüentaria fardos gemendo e suando numa vida servil, senão porque o terror de alguma coisa após a morte - o país não descoberto, de cujos confins não voltou jamais nenhum viajante - nos confunde a vontade, nos faz preferir e suportar os males que já temos, a fugirmos para outros que desconhecemos?

E assim a reflexão faz todos nós covardes.
E assim o matiz natural da decisão se transforma no doentio pálido do
pensamento. E empreitadas de vigor e coragem, refletidas demais, saem de seu caminho, perdem o nome de ação.
(Hamlet, Ato III, cena 1) &lt;/strong&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tava lendo aqui, achei interessante a interpretação sobre o sentido da vida, e o medo da morte e  do desconhecido como proposito a este sentido!</p>
<p>Publique aí&#8230; um abraço!<br />
um abraço!</p>
<p>Ser ou não ser &#8211; eis a questão.</strong><br />
<strong><br />
Será mais nobre sofrer na alma pedradas e flechadas do destino feroz, ou pegar-me em armas contra o mar de angústias &#8211; e, combatendo-o, dar-lhe fim?</strong><br />
<strong>Morrer; dormir; Só isso.<br />
E com sono &#8211; dizem &#8211; extinguir dores do coração e as mil mazelas naturais a que a carne é sujeita; eis uma consumação ardentemente desejável.</p>
<p>Morrer &#8211; dormir &#8211; dormir! Talvez sonhar. Aí está o obstáculo! Os sonhos que hão de vir no sono da morte quando tivermos escapado ao tumulto vital nos obrigam a hesitar: e é essa reflexão que dá à desventura uma vida tão longa.</p>
<p>Pois quem suportaria o açoite e os insultos do mundo, a afronta do opressor, o desdém do orgulhoso, as pontadas do amor humilhado, as delongas da lei, a prepotência do mando e o achincalhe que o mérito paciente recebe dos inúteis, podendo ele próprio encontrar seu repouso com um simples punhal?</p>
<p>Quem agüentaria fardos gemendo e suando numa vida servil, senão porque o terror de alguma coisa após a morte &#8211; o país não descoberto, de cujos confins não voltou jamais nenhum viajante &#8211; nos confunde a vontade, nos faz preferir e suportar os males que já temos, a fugirmos para outros que desconhecemos?</p>
<p>E assim a reflexão faz todos nós covardes.<br />
E assim o matiz natural da decisão se transforma no doentio pálido do<br />
pensamento. E empreitadas de vigor e coragem, refletidas demais, saem de seu caminho, perdem o nome de ação.<br />
(Hamlet, Ato III, cena 1) </strong></p>
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