Se essa rua fosse minha…
Ah se essa rua fosse minha eu mandava, eu mandava ladrilhar...
Eu questinono muito a capacidade das pessoas colocarem nomes nas ruas das cidades em quem moram e ou legislam, e diga se de passagem uma capacidade para a burrice incrivel; onde homenageam as pessoas mais ilustres desconhecidos com nomes estupidos, diga se de passagem quase nenhum nome brasileiro tem realmente uma certa originalidade.
Colocam-se nomes sem nenhum nexo e assim dificulta cada vez mais para encontrarmos os endereços que precisamos.
Temos aqui alguns exemplos de nomes que nao se admite em ruas aqui da minha cidade: Rua Thelma di Sabbato, Rua do Pescado, Rua da Lagosta, Rua do Pirarucu, Rua do Lageado, Rua Maria do Desterro e assim vai, sem contar nos "efes" e "esses" que antecedem os numeros de algumas ruas da maravilhosa Goiania, que quando nao tem um nome burro de rua tem uma homenagem a quem na verdade pouco fez pela cidade o que é o caso de um viaduto na Av. Independencia com Republica do Libano: Viaduto Zeuxis de alguma coisa sei lá de que tamanha é a importancia.
Passemos a morar na Rua da Paz, da Alegria, do Sossego, da Prosperidade, da Amizade, do Companheirismo, ou ate mesmo sei mla que seja uma homenagem justa que é o caso das ruas de um residencial aqui que homenageam lideres vivos e outros nao mas pelo menos sao pessoas que fizeram algo pela sociedade. Eis aqui alguns deles: Pe Francisco Cavazzuti, Pe Josino, Nativo da Natividade e outros.
É só uma questao de bom senso para legislar e escolher com mais propriedade e criterio assim sera bem melhor morar em uma cidade que as pessoas moram mais felizes.
Dia chuvoso!
Um delicioso capuccino!
Um bom livro!
Uma cama quentinha!
É, na verdade tive que levantar de madrugada pra ir trabalhar.
Imagem: Diário de Bordo
Pagando mico
Então liguei e do outro lado alguém atende e diz:
- Posto de Saúde João Mendes boa tarde.
Eu respondo:
- Boa tarde João Mendes, quero falar com o Rogério Carvalho.
Então ouço o inusitado:
- É ele...
Gargalhadas!
-
Você é um bom vendedor?
Esse é um texto bastante conhecido, mas interessante. É, mas acho que essa é só mais uma estória de pescador
Um garotão inteligente, vindo da roça, candidatou-se a um emprego numa grande loja de departamentos da cidade. Na verdade, era a maior loja de departamentos do mundo, tudo podia ser comprado ali.
O gerente perguntou ao rapaz:
- Você já trabalhou alguma vez?
- Sim, eu fazia negócios na roça.
O gerente gostou do jeitão simples do moço e disse: Pode começar amanhã, no fim da tarde venho ver como se saiu.
O dia foi longo e árduo para o rapaz.
Às 17h30 o gerente se acercou do novo empregado para verificar sua produtividade e perguntou:
- Quantas vendas você fez hoje?
- Uma!
- Só uma? A maioria dos meus vendedores faz de 30 a 40 vendas por dia.
- De quanto foi a s ua venda?
- Dois milhões e meio de reais.
- Como conseguiu isso?
- Bem, o cliente entrou na loja e eu lhe vendi um anzol pequeno, depois um anzol médio e finalmente um anzol bem grande.
Depois vendi uma linha fina de pescar, uma de resistência média e uma bem grossa. Para pescaria pesada, sabe. Perguntei onde ele ia pescar e ele me disse que ia fazer pesca oceânica. Eu sugeri que talvez fosse precisar de um barco, então o acompanhei até a seção de náutica e lhe vendi uma lancha importada, de primeira linha.
Aí eu disse a ele que talvez um carro pequeno não fosse capaz de puxar a lancha e o levei à seção de carros e lhe vendi uma caminhonete com tração nas quatro rodas.
Perplexo, o gerente perguntou:
-Você vendeu tudo isso a um cliente que veio aqui para comprar um pequeno anzol?
-Não senhor. Ele entrou aqui para comprar um pacote de absorventes para a mulher, e eu disse:
- Já que o seu fim de semana está perdido, por que o senhor não vai pescar?...
Xérox ou Xeróx?
- Xérox ou Xeróx, não sei o que está certo!
- Nenhum, o certo é cópia!
- Você tem razão!
Putz, essa discussão é antiga!
Ciranda Financeira
Numa pequena vila, além da chuva, nada de especial
acontecia. Mas sente-se a crise financeira internacional.
Onde todo mundo devia a todo mundo.
Subitamente, um rico turista chega ao pequeno hotel local.
Pede um quarto e coloca uma nota de $100 sobre o balcão, pega a chave
e sobe ao 3º andar para inspecionar o quarto indicado, na condição de
desistir se não lhe agradar.
O dono do hotel pega a nota de $100 e corre ao fornecedor de carne a
quem deve $100, o talhante pega no dinheiro e corre ao fornecedor de
leitões para pagar $100 que devia há algum tempo, este por sua vez corre
ao criador de gado que lhe vendera a carne e este por sua vez corre a
entregar os $100 a uma prostituta que lhe cedera serviços a credito.
Esta recebe os $100 e corre ao hotel a quem devia $100 pela utilização
casual de quartos para atender a clientes.
Neste momento o turista rico desce à recepção e informa ao dono do
hotel que o quarto proposto nao lhe agrada, e pede a devolução dos 100.
Recebe o dinheiro e sai.
Nao houve neste movimento de dinheiro qualquer lucro ou valor acrescido.
Contudo, todos liquidaram as suas dividas e estes elementos da pequena
vila agora encaram o futuro de forma otimista.
É assim que funciona a ciranda financeira. O dinheiro sempre volta para
quem o detém.
Recebido via e-mail
Vou Ficar Sem Sexo até 2010
Nunca tinha entendido isso de 'Marte e Vênus'.
E nunca tinha entendido porque os homens pensam com a cabeça e as mulheres com o coração.
Uma noite, na semana passada, minha mulher e eu estávamos indo para a cama.
Bem, começamos a ficar a vontade, fazer carinhos, provocações, o maior 'T' e,
nesse momento, ela parou e me disse:
- Acho que agora não quero, só quero que você me abrace...
Eu falei: - O QUEEE???
Ela falou:
- Você não sabe se conectar com as minhas necessidades emocionais como mulher.
Comecei a pensar no que podia ter falhado.
No final, assumi que aquela noite não ia rolar nada, virei e dormi.
No dia seguinte, fomos ao shopping.
Entramos em uma grande loja de departamentos.
Fui dar uma volta enquanto ela experimentava três modelitos caríssimos.
Como estava difícil escolher entre um ou outro, falei para comprar os três.
Então, ela me falou que precisava de uns sapatos que combinassem a R$ 200,00 cada par.
Respondi que tudo bem.
Depois fomos a seção de joalheria,
onde gostou de uns brincos de diamantes e eu concordei que comprasse.
Estava tão emocionada!!!
Deveria estar pensando que fiquei louco.
Acho até que estava me testando quando pediu uma raquete de
porque nem tênis ela joga.
Acredito que acabei com seus esquemas e paradigmas quando falei que sim.
Ela estava quase excitada sexualmente depois de tudo isso.
Vocês tinham que ver a carinha dela, toda feliz!
Quando ela falou: - Vamos passar no caixa para pagar, amor?
Daí eu disse:
- Acho que agora não quero mais comprar tudo isso, meu bem...
Só quero que você me abrace. Ela ficou pálida.
No momento em que começou a ficar com cara de querer me matar, falei:
- Você não sabe se conectar com as minhas necessidades financeiras de homem.
Vinguei-me!
Mas acredito que o sexo acabou pra mim até o Natal de 2010...
Ser goiano
É dar uma galinha para não entrar na briga e um nelore para sair dela. É amar o passado, a história, as tradições, sem desprezar o moderno. É ter latifúndio e viver simplório, comer pequi, guariroba, galinhada e feijoada, e não estar nem aí para os pratos de fora.


O goiano de pé-rachado não despreza uma pamonhada e teima em dizer ei, trem bão, ao ver a felicidade passar na janela, e exclama viche, quando se assusta com a presença dela.
Ser goiano é botar os pés uma botina ringideira e dirigir tratores pelas ruas da cidade. É beber caipirinha no tira-gosto da tarde, com a cerveja na eterna saideira. É fabricar rapadura, Ter um 'passopreto' nos olhos e um santo por devoção.

O goiano histórico sabe que o Araguaia não passa de um 'corgo', tal a familiaridade com os rios.
Vive em palacetes e se exila nos botecos da esquina.
Chupa jabuticaba, come bolo de arroz e toma licor de jenipapo.
É machista, mas deixa que a mulher tome conta da casa.
(José Mendonça Teles. Crônicas de Goiânia.
Goiânia: Kelps, 1998)
A raposa e as uvas
Morta de fome, uma raposa foi até um vinhedo sabendo que ia encontrar muita uva. A safra tinha sido excelente. Ao ver a parreira carregada de cachos enormes, a raposa lambeu os beiços. Só que sua alegria durou pouco: por mais que tentasse, não conseguia alcançar as uvas. Por fim, cansada de tantos esforços inúteis, resolveu ir embora, dizendo:
- Por mim, quem quiser essas uvas pode levar. Estão verdes, estão azedas, não me servem. Se alguém me desse essas uvas eu não comeria.
Sempre me refiro a esta fábula quando critíco algo que queria ter e não posso. Um exemplo é quando alguém diz que vai para o litoral do Nordeste e eu digo: Ah, lá não é bom nada, quente e ruim.
Ao terminar de falar eu já digo: A raposa e as uvas. Muitos não conseguem entender o que falei. Parece óbvio, mas pelo que percebi não é.
Percebo ainda que a leitura ainda é algo banal no dia a dia das pessoas, e que se o livro não tiver muitas imagens e for grosso está fadado a não leitura.
História tirada do link http://www.metaforas.com.br/infantis/araposaeasuvas.htm
Do livro: Fábulas de Esopo - Companhia das Letrinhas


















