janeiro 04th, 2010 | Louco que escreveu:
abadiojose
Ah se essa rua fosse minha eu mandava, eu mandava ladrilhar…
Eu questinono muito a capacidade das pessoas colocarem nomes nas ruas das cidades em quem moram e ou legislam, e diga se de passagem uma capacidade para a burrice incrivel; onde homenageam as pessoas mais ilustres desconhecidos com nomes estupidos, diga se de passagem quase nenhum nome brasileiro tem realmente uma certa originalidade.
Colocam-se nomes sem nenhum nexo e assim dificulta cada vez mais para encontrarmos os endereços que precisamos.
Temos aqui alguns exemplos de nomes que nao se admite em ruas aqui da minha cidade: Rua Thelma di Sabbato, Rua do Pescado, Rua da Lagosta, Rua do Pirarucu, Rua do Lageado, Rua Maria do Desterro e assim vai, sem contar nos “efes” e “esses” que antecedem os numeros de algumas ruas da maravilhosa Goiania, que quando nao tem um nome burro de rua tem uma homenagem a quem na verdade pouco fez pela cidade o que é o caso de um viaduto na Av. Independencia com Republica do Libano: Viaduto Zeuxis de alguma coisa sei lá de que tamanha é a importancia.
Passemos a morar na Rua da Paz, da Alegria, do Sossego, da Prosperidade, da Amizade, do Companheirismo, ou ate mesmo sei mla que seja uma homenagem justa que é o caso das ruas de um residencial aqui que homenageam lideres vivos e outros nao mas pelo menos sao pessoas que fizeram algo pela sociedade. Eis aqui alguns deles: Pe Francisco Cavazzuti, Pe Josino, Nativo da Natividade e outros.
É só uma questao de bom senso para legislar e escolher com mais propriedade e criterio assim sera bem melhor morar em uma cidade que as pessoas moram mais felizes.
julho 17th, 2009 | Louco que escreveu:
flavinha
A norte-americana Rachel Ferrara, de 23 anos, chegou em casa na última terça-feira (14), em La Crosse, no estado do Wisconsin (EUA), e encontrou seu namorado assistindo a um filme pornô. Irritada, Rachel agrediu Christopher Strabley, de 24, e acabou presa, segundo o jornal “La Crosse Tribune”.
De acordo com o Departamento de Polícia de La Crosse, a mulher chegou a acertar o namorado com uma faca, mas o ferimento não foi grave. Por causa da agressão, Rachel foi levada para a cadeia.
”Você merece isso”, disse Rachel, segundo relatou Strabley para os agentes. Ele também afirmou para a polícia que levou um chute na virilha da namorada.
Após ser ferido no abdome, o jovem fugiu. Ele pegou o carro e dirigiu até o hospital, onde foi medicado e liberado em seguida.
ENTÃO MAXAIADA…CUIDADOOO!!! MUITO CUIDADO…RSSSSSSS. TENHO DITO.
maio 07th, 2009 | Louco que escreveu:
Belchior
Muito legal a campanha dos 100 anos da ABI (Associação Brasileira de Imprensa).
Vírgula pode ser uma pausa… ou não.
Não, espere.
Não espere.
Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.
Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.
Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.
E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.
Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.
A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.
Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.
Detalhes Adicionais
SE A MULHER SOUBESSE O VALOR QUE TEM O HOMEM ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.
Se você for homem, certamente colocou a vírgula depois de HOMEM.
Se você for MULHER, colocou a vírgula depois de TEM.
Texto retirado do blog Ana Vê o Mundo.

Ola, relendo o Pequeno Princípe pensei isso ai.É..reli o Pequeno Príncipe rs
(…)“E foi então que apareceu a raposa:
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Vem brincar comigo – propôs ele – Estou tão triste….
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- eu não posso brincar contigo – disse a raposa- Não me cativaram ainda.
-
- Ah ! Desculpa – disse o principezinho
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Mas, após refletir, acrescentou:
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- Que quer dizer “cativar”?
-
- Tu não és daqui – disse a raposa – Que procuras?
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- Procuro os homens – disse o pequeno príncipe – Que quer dizer “cativar” ?
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- Os homens – disse a raposa – têm fuzis e caçam. É assustador ! Criam galinhas também. É a única coisa que fazem de interessante. Tu procuras galinhas?
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- Não – disse o príncipe – eu procuro amigos. Que quer dizer “cativar”?
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- É algo quase sempre esquecido – disse a raposa – Significa “criar laços”…
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- Crias laços…
-
- Exatamente – disse a raposa – Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu também não tens necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo…..
- - Começo a compreender – disse o pequeno príncipe – Existe uma flor…eu creio que ela me cativou …
- - É possível – disse a raposa – Vê-se tanta coisa na Terra….
- (….)
- Mas a raposa retomou o raciocínio.
- - Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens também. E isso me incomoda um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. Os teus me chamarão para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim não vale nada. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos dourados. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará com que eu me lembre de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo….
- A raposa calou-se e observou por muito tempo o príncipe.
- - Por favor…cativa-me! Disse ela.
- - Eu até gostaria – disse o principezinho – mas não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
- - A gente só conhece bem as coisa que cativou… – disse a raposa – Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo já pronto nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me !
- - O que é preciso fazer? Perguntou o pequeno príncipe
- - É preciso ser paciente – respondeu a raposa – Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada… A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia sentarás um pouco mais perto…
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No dia seguinte o príncipe voltou.
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- Teria sido melhor se voltasse à mesma hora – disse a raposa – se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três começarei a ser feliz! Quanto mais a hora for chegando, mais me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade!
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Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar meu coração…É preciso que haja um ritual.
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- Que é um ritual? Perguntou o princepezinho?
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- É uma coisa muito esquecida também – disse a raposa. É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias; uma hora das outras horas.”
( Saint-Exupéry, Antoine de, O pequeno príncipe. Rio de Janeiro : Agir,2006 pp.67-70 )
apontamentos sobre a raposa e o pequeno príncipe
O Pequeno Príncipe dispensa apresentações mas relendo, selecionei a parte da raposa onde ela fala o que é cativar. E pensando nesse nosso meteoro aqui( tb com vulcões ) , cativar é um conceito e uma ação importantíssimos. Cismei um pouco com essa idéia de relação de coisas que só existem por que exercem uma ação sobre outras. Dominadores só o são porque dominam e submissas, porque se submetem. Mas tudo é à alguem. Domina-se alguem, submete-se à alguem, são ações que não se realizam sós. E para que se realizem o primeiro passo está nas palavras da raposa ao pequeno princípe: “cativa-me ! ” É criar laços e laços que prendem, construidos lentamente eles tomam forma, se apertam, se estreitam e somente cativando ( tb usando no sentido de manter cativo, preso ) alguem é possivel dominar ou se submeter.
Dominar é uma arte e se submeter também. Mas como os homens mencionados pela raposa, parece que muitos esqueceram esse primeiro passo e a necessidade dos rituais.
Quantas vezes não somos cativadas, por que caçamos e somos caçadas mas como galinhas e raposas, todos iguais. Nao ha loja de amigos muito menos de Dominadores ou submissas, é preciso cativar. E , por que esquecemos e preferimos tentar as lojas, as vezes, nada acontece. Não se cativa por que telefonemas de celulares custam caros, por que não se tem tempo para escrever um email, por que não nos encontramos no msn embora possamos estar a poucos km de distância. Cativar demanda tempo, esforço e para se deixar cativar é preciso ter vontade, desejo e deixar que cada aproximação seja única e ao mesmo tempo mais próxima, até que o rumor dos passos sejam diferentes, que os c
ampos de trigo façam sentido e que as horas não sejam iguais.

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