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	<title>Caf&#233; Com Amigos - Onde os Amigos se Encontram!</title>
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	<description>Contos Poemas Cronicas Reflexões</description>
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		<title>Nossa vã filosofia</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 03:46:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristiano Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Shakespeare]]></category>

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		<description><![CDATA[Um breve ensaio sobre a análise dos porquês que nos perseguem a vida inteira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Existem mais coisas entre o céu e a terra do que possa imaginar nossa vã filosofia.&#8221; </em></p>
<p>É com essa frase de Willian Shakespeare que me pego a refletir sobre esse mundo em que estamos. Pra alguns estamos de passagem, pra outros estamos há milhares de anos indo e vindo, pra outros estamos aqui por acidente. E pra mim?</p>
<p><em>&#8220;Existem mais coisas entre o céu e a terra do que possa imaginar nossa vã filosofia.&#8221; </em></p>
<p>Estamos num mundo onde existem mais perguntas que respostas e a busca de respostas são constantes. Acredito eu que a religião seja fruto de tantas perguntas e cada um encontra a sua possível resposta na religião que lhe atrai. Pode ser um Budista que medita em busca da plenitude da alma ou pode ser um Umbandista que recebe a entidade e fuma seu cachimbo. Pode ainda ser um espírita que pratica a caridade ou um evangélico que doa seu dízimo.</p>
<p>Sim, as religiões são formas de uma busca, de um desejo de saciedade sobre o desconhecido.</p>
<p>E as perguntas clássicas de De onde viemos? Pra onde iremos? estão presentes em todo o canto sem a resposta almejada. E por mais que filósofos, artistas, poetas de rua, líderes religiosos tentem, sempre nos assombra a dúvida que mesmo que no recôndito da mente, vez em quando dá as caras.</p>
<p>E então, eu posso fazer sexo antes do casamento? Posso viver em bigamia ou poligamia? Posso tomar minhas biritas? Devo amar o próximo mesmo que ele cometa atitudes que nos faça desejar sua morte? Devo buscar a iluminação da alma? Devo cuidar mais do meu corpo? Devo viver o hedonismo ou viver na repressão dos desejos?</p>
<p>Devo questionar ou simplesmente aceitar respostas vagas? Devo acreditar na Bíblia ou no Corão? Devo ser Cristão ou Judeu? Devo buscar a felicidade ou a riqueza? Devo acreditar que dinheiro realmente não traz felicidade ou isso é só conversa de quem não consegue ficar rico?</p>
<p>Não tenho as respostas. Seus horóscopos não tem as respostas. Seus livros sagrados enegrecem ainda mais meu nebuloso pensamento e por fim sei que existem sim mais coisas entre o Céu e a Terra do que eu possa compreender, e como a mim não foi dada a onisciência fico perguntando noite e dia sem ter as respostas.</p>
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		<title>Conhecendo um herói de verdade</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 02:06:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristiano Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Preconceito]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Chapolin]]></category>
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		<category><![CDATA[Mendigo]]></category>
		<category><![CDATA[Vitor Cunha]]></category>

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		<description><![CDATA[Vitor Cunha, um jovem de 21 anos que foi espancado ao tentar defender um mendigo que apanhava de cinco (...). Esse sim é um herói de verdade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando criança sempre víamos na TV os super heróis. Aqueles com poderes especiais e que, sabe-se lá os motivos, usam cuecas por cima da calça.</p>
<p>Frutos de picadas de insetos, vindos de outros planetas e outros enigmas imaginários nos faziam crer ser possível um dia ser iguais a eles. Até o Chapolin Colorado nos fascinava. Podia não ter poderes, mas tomava a pírula polegarina que o fazia diminuir.</p>
<div id="attachment_2137" class="wp-caption aligncenter" style="width: 160px"><a href="http://www.cafecomamigos.com.br/wp-content/uploads/2012/02/chapolin-colorado-5.jpg" rel="lightbox[2136]"><img class="size-thumbnail wp-image-2137 " title="chapolin-colorado-5" src="http://www.cafecomamigos.com.br/wp-content/uploads/2012/02/chapolin-colorado-5-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Chapolin - Um herói pra nos fazer rir!</p></div>
<p>Sabemos que tudo o que vimos não passa de imaginação. Os Super Heróis estão na ficção para povoar nossos pensamentos de atitudes corajosas, mas que porém deixamos somente no campo da imaginação.</p>
<p>Mas será que os heróis de verdade existem?</p>
<p>Sim existem, são vários e basta buscar nos noticiários que os encontraremos. Um exemplo de um herói de verdade é o jovem Vitor Cunha que ao ver um mendigo sendo espancado por alguns (desculpe, não vou usar adjetivos aqui em respeito aos leitores) foi defedê-lo.</p>
<p>De maneira corajosa, Vitor se interpôs entre agredido e agressores, sendo também vítima da truculência que tentara combater.</p>
<p>Após ser espancado, Vitor de apenas 21 anos teve que passar por uma cirurgia onde teve 63 pinos implantados no rosto.</p>
<p>Ao sair do hospital Vitor disse: <em>“faria isso amanhã, faria hoje, se visse a mesma coisa”.</em></p>
<p>Um herói de verdade&#8230; um homem de verdade.</p>
<div id="attachment_2139" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.cafecomamigos.com.br/wp-content/uploads/2012/02/08.02-Defensor.jpg" rel="lightbox[2136]"><img class="size-medium wp-image-2139" title="08.02-Defensor" src="http://www.cafecomamigos.com.br/wp-content/uploads/2012/02/08.02-Defensor-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">“faria isso amanhã, faria hoje, se visse a mesma coisa”.</p></div>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Ai se eu te pego&#8221; e seus fundamentos filosóficos</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 00:42:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristiano Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Ai se eu te pego]]></category>
		<category><![CDATA[Assim você me mata]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Ironia]]></category>
		<category><![CDATA[José Renato]]></category>
		<category><![CDATA[Michel Teló]]></category>
		<category><![CDATA[Nossa]]></category>

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		<description><![CDATA[Texto bem humorado da filosofia da música Ai se eu te pego de Michel Teló escrito por José Renato]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é de ver que a música de Michel Teló, &#8220;Ai Se Eu Te Pego!&#8221; tem um fundamento filosófico? Veja a análise de Gabriel Perissê das Iscas Intelectuais:<br />
Ele analisa a letra da canção “Ai se eu te pego”, interpretada por Michel Teló, sucesso nacional e internacional. Na primeira estrofe, temos&#8230;</p>
<p>Sábado na balada<br />
A galera começou a dançar<br />
E passou a menina mais linda<br />
Tomei coragem e comecei a falar</p>
<p>Cada verso e cada palavra de Teló nos conduzem a universos paralelos da cultura. O primeiro verso faz menção ao “Porque hoje é sábado”, em que Vinícius de Moraes revê a criação do mundo.</p>
<p>A balada a que se refere Teló alude àquele antigo poema com que se narrava alguma tradição histórica, acompanhado ou não por instrumentos musicais. Ou àquela peça puramente instrumental como cultivavam Chopin, Brahms ou Liszt.</p>
<p>A supracitada galera (“turma”, “amigos”, “gente”) de Teló se equipara ao decassílabo “Vogo em minha galera ao som das harpas”, de um poema de Castro Alves.</p>
<p>Reportando-se de novo ao poetinha Vinícius de Moraes (“Garota de Ipanema”), Teló também contempla a menina linda que passa. E vai além. Em êxtase, tomado pela excitação poética, num ato de coragem extrema, o baladeiro se declara:</p>
<p>Nossa, nossa<br />
Assim você me mata<br />
Ai se eu te pego, ai ai se eu te pego<br />
Delícia, delícia<br />
Assim você me mata<br />
Ai se eu te pego, ai ai se eu te pego</p>
<p>A dupla exclamação — “nossa, nossa” — nos remete à admiração de que falava Aristóteles como ponto de partida da reflexão filosófica, ou pode se tratar também de uma forma reduzida da interjeição “Nossa Senhora!”, inserindo o poema no amplo cenário (e não menor mercado) das composições religiosas.</p>
<p>Outra referência inconfundível é o locus poético em que amor e morte se encontram — o clássico “morrer de amor”. O verso “Assim você me mata”, que o cantor faz acompanhar com o abanar da mão em direção ao rosto (simulando morte por asfixia ou enfarte), equipara-se a momentos sublimes da poesia romântica de Gonçalves Dias ou Casimiro de Abreu. Há, entre outros exemplos, um soneto em que Camões, dirigindo-se ao Amor, com ele se queixa: “Que vida me darás se tu me matas?”</p>
<p>Aqui termina o poema de Teló, com uma concisão que lembra Paulo Leminski e Mario Quintana.</p>
<p>Mas parece que os imortais que acima citei não gostaram das comparações feitas aqui. Das suas tumbas erguem-se vozes, cantando em uníssono:</p>
<p>Assim você nos mata!</p>
<p>Autor &#8211; JOSÉ RENATO &#8211; <a title="Twitter - José Renato" href="http://twitter.com/JRenato62" target="_blank">@JRenato62</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Inversão de Valores</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 01:08:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristiano Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[A inversão de valores a qual passa nossa sociedade]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tenho me sentido um pouco incomodado com a vida do jeito que está acontecendo. Vejo uma inversão de valores que a mim incomoda tanto.</p>
<p style="text-align: justify;">Chego a me perguntar onde Deus errou na criação do homem ou ainda se é um erro do homem acreditar ser ele uma criação de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Vejo bandidos aplaudidos e trabalhadores humilhados. Vejo mulheres inteligentes e capazes perdendo espaço pra mulheres que mostram a bunda ou se prostituem por um cargo.</p>
<p style="text-align: justify;">Vejo crianças sendo ensinadas a serem egoístas e vejo a humildade se esvaindo no espaço.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cafecomamigos.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ctrl-alt-del.jpg" rel="lightbox[2123]"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2124" title="ctrl-alt-del" src="http://www.cafecomamigos.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ctrl-alt-del-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Não somos mais responsáveis por cuidar do mundo que vivemos, somos agora responsáveis pra fazer com que o mundo seja responsável por uma vida melhor pra nós, e caso não o faça, seremos contra o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma inversão de valores, de ideias que me faz pensar que seria melhor apertar o ctrl+alt+del e fazer um logoff&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Não Coma Neve Amarela</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Jan 2012 18:46:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristiano Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Frase]]></category>

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		<description><![CDATA[É só isso mesmo, NÃO COMA NEVE AMARELA.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É só isso mesmo, NÃO COMA NEVE AMARELA.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ah o amor&#8230;</title>
		<link>http://www.cafecomamigos.com.br/2011/08/24/ah-o-amor/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 13:15:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Luiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>

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		<description><![CDATA[Ah o amor! &#160; Amor sincero, amor bandido Amor sonhado, amor vivido Nem sempre intensamente Às vezes inconsequente. &#160; Muitos querem amar Amar pra valer, amar sem cessar Outros apenas ser amado Pra ter alguém sempre ao seu lado. &#160; Mas então o que é o amor? Há quem pergunte, há quem procure Há quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ah o amor!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Amor sincero, amor bandido</p>
<p>Amor sonhado, amor vivido</p>
<p>Nem sempre intensamente</p>
<p>Às vezes inconsequente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitos querem amar</p>
<p>Amar pra valer, amar sem cessar</p>
<p>Outros apenas ser amado</p>
<p>Pra ter alguém sempre ao seu lado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas então o que é o amor?</p>
<p>Há quem pergunte, há quem procure</p>
<p>Há quem nunca saberá</p>
<p>Eu achei, sei e sinto&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Amor</p>
<p>É o elo mais poderoso,</p>
<p>o bem mais precioso,</p>
<p>o sentimento mais bonito,</p>
<p>o clímax da felicidade,</p>
<p>o TUDO em sua maior simplicidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O amor fere, mas também cura</p>
<p>E a cada lágrima, dez sorrisos</p>
<p>Presença traz a paz, saudade a tortura</p>
<p>E o beijo a sublime loucura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O amor emudece, faz a gente gritar</p>
<p>Buscar ser sempre melhor</p>
<p>Pois algo tão divino como o amor</p>
<p>Deve durar, ser eterno, reencarnar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>                                               (André Luiz)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>A cobra!</title>
		<link>http://www.cafecomamigos.com.br/2011/08/23/a-cobra/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 19:43:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Luiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[André Luiz]]></category>
		<category><![CDATA[Cobra]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma cobra, Um caco, de vidro, Um alvo. Uma morte, Da cobra. Bonita? Duvido. No caco de vidro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma cobra,<br />
Um caco, de vidro,<br />
Um alvo.<br />
Uma morte,<br />
Da cobra.<br />
Bonita? Duvido.<br />
No caco de vidro.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>E de amigos foram feitos os risos e as lágrimas (homenagem a um grande amigo que se foi)</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Aug 2011 00:17:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristiano Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Alegria]]></category>
		<category><![CDATA[Amizade]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tristeza]]></category>

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		<description><![CDATA[E ríamos e ríamos. De que ou por que? Ríamos dele, ríamos de mim, ríamos de você. Sim, de você que nunca vimos, com certeza rimos de você. E seus sonhos pingavam de sua boca e flutuavam em sua mente, povoavam seus pensamentos. Política, religião, futebol&#8230; não eram pra nós assuntos proibidos. Na verdade não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E ríamos e ríamos.</p>
<p>De que ou por que?</p>
<p>Ríamos dele, ríamos de mim, ríamos de você. Sim, de você que nunca vimos, com certeza rimos de você.</p>
<p>E seus sonhos pingavam de sua boca e flutuavam em sua mente, povoavam seus pensamentos.</p>
<p>Política, religião, futebol&#8230; não eram pra nós assuntos proibidos. Na verdade não era proibido pra gente falar, conversar e rir, rir de novo.</p>
<p>Parecíamos crianças rindo, ou pessoas irresponsáveis e talvez éramos naquele momento.</p>
<p>Ele, seu irmão e eu em um trio que gostava de curtir com as falhas alheias e com nossas próprias falhas.</p>
<p>Tomávamos Coca-Cola que conseguíamos de algum desavisado que se aproximava, afinal uma Coca sempre vai bem em meio a risadas.</p>
<p>De repente as lágrimas vieram, aquela dor enorme. Sentia que no meu peito uma bola de basquete ia se enchendo dilacerando tudo e de repente murchava apertando meus pulmões em uma dor e tristeza profundas.</p>
<p>Eu não teria mais aquela companhia pra dar risadas, não tomaríamos mais uma Coca-Cola juntos e o pior de tudo, seus sonhos não seriam realizados.</p>
<p>E as lembranças permanecem, percorrem em meu sangue.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/mbebsJsPzKU" frameborder="0" width="425" height="349"></iframe></p>
<pre><span style="text-decoration: underline; color: #ff0000;">Homenagem ao amigo, irmão Cleoton (Cleotinho).</span></pre>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Eu também choro</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 00:10:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristiano Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Choro]]></category>

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		<description><![CDATA[E eu achava que não chorava e chorei. Era medo e raiva, raiva e medo. Sensação de impotência. E infelizmente, não parece que a vida será diferente. Não hoje, não por enquanto. Talvez amanhã!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E eu achava que não chorava e chorei. Era medo e raiva, raiva e medo. Sensação de impotência. E infelizmente, não parece que a vida será diferente. Não hoje, não por enquanto. Talvez amanhã!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Lágrimas e Cappuccino</title>
		<link>http://www.cafecomamigos.com.br/2011/06/23/lagrimas-e-cappuccino/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Jun 2011 22:22:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristiano Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[Cappuccino]]></category>
		<category><![CDATA[Solidão]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma noite fria, a chuva insistia em cair e relâmpagos clareavam o quarto. Eu estava só e naquela solidão eu não conseguia dormir. Pensava a todo momento nela, com seu corpo quente, olhos atentos e cabelos crespos amaciados em salão. Sua voz firme que às vezes soava como rouca, outra hora soava como determinada e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma noite fria, a chuva insistia em cair e relâmpagos clareavam o quarto. Eu estava só e naquela solidão eu não conseguia dormir.</p>
<p>Pensava a todo momento nela, com seu corpo quente, olhos atentos e cabelos crespos amaciados em salão.</p>
<p>Sua voz firme que às vezes soava como rouca, outra hora soava como determinada e embalava nossas conversas a ponto de por horas e horas eu apenas observá-la a falar, contando seu passado, falando sobre seus planos e vez ou outra me fazendo carinho na face.</p>
<p>Agora estou aqui só ouvindo os pingos despejados como em baldes sobre o telhado. Raios como flashs e trovões como roncos do monstro que dorme debaixo da minha cama.</p>
<p>Não sou criança, mas sei que debaixo das camas dormem monstros. Aqueles monstros que empurramos para lá quando estamos com insônia e vez ou outra tentamos tirá-los de lá com uma vassoura, mas eles insistem em voltar e roncar cada vez mais alto estendendo a noite a uma eternidade até que as pálpebras se grudem, quando grudam.</p>
<p>Minha mãe me disse pra dormir com Deus, desligou o telefone e eu não dormi e tentei falar com Deus, mas parece que ele não pode me ouvir agora. Talvez esteja dando prioridades aos outros que tenham mais fé, ou simplesmente no auge da minha insignificância prefere me ignorar, como o mundo todo que assim insiste em não lembrar de mim.</p>
<p>O edredom já não aquece meu corpo que suspeito já estar em estado de hipotérmico, vou me levantar e buscar uma forma de esquentar o que ainda resta de mim. Um corpo sem alma com uma cabeça que pensa e a nenhum resultado chega.</p>
<p>Pego o isqueiro, acendo o fogão e decido fazer um cappuccino.</p>
<p>A água já borbulha e fico fitando-a como se a cada bolha fosse me trazer de volta a alegria de outrora. Ao que de repente volto à fria realidade e termino com o café e fico perguntando se realmente aquilo que preparo é um café, ou seria chá, leite&#8230; enfim, decido não perguntar mais que hoje não tenho resposta nem ao mais simples cálculo matemático de 1+1.</p>
<p><a href="http://www.cafecomamigos.com.br/wp-content/uploads/2011/06/capuccino.jpg" rel="lightbox[2077]"><img class="size-full wp-image-2078 alignleft" title="capuccino" src="http://www.cafecomamigos.com.br/wp-content/uploads/2011/06/capuccino.jpg" alt="Lágrimas e Cappucchino" width="143" height="143" /></a></p>
<p>A cada gole do cappuccino sinto minha garganta queimar e meu corpo voltar a ter uma temperatura mais próxima à vital.</p>
<p>Volto pra cama, me cubro com o velho edredom azul e durmo. Só espero que os sonhos não apareçam, eles me entristecem.</p>
<p>&nbsp;</p>
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