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	<title>Caf&#233; Com Amigos - Onde os Amigos se Encontram!</title>
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	<description>Contos Poemas Cronicas Reflexões</description>
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		<title>&#8220;Ai se eu te pego&#8221; e seus fundamentos filosóficos</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 00:42:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristiano Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Ai se eu te pego]]></category>
		<category><![CDATA[Assim você me mata]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Ironia]]></category>
		<category><![CDATA[José Renato]]></category>
		<category><![CDATA[Michel Teló]]></category>
		<category><![CDATA[Nossa]]></category>

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		<description><![CDATA[Texto bem humorado da filosofia da música Ai se eu te pego de Michel Teló escrito por José Renato]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é de ver que a música de Michel Teló, &#8220;Ai Se Eu Te Pego!&#8221; tem um fundamento filosófico? Veja a análise de Gabriel Perissê das Iscas Intelectuais:<br />
Ele analisa a letra da canção “Ai se eu te pego”, interpretada por Michel Teló, sucesso nacional e internacional. Na primeira estrofe, temos&#8230;</p>
<p>Sábado na balada<br />
A galera começou a dançar<br />
E passou a menina mais linda<br />
Tomei coragem e comecei a falar</p>
<p>Cada verso e cada palavra de Teló nos conduzem a universos paralelos da cultura. O primeiro verso faz menção ao “Porque hoje é sábado”, em que Vinícius de Moraes revê a criação do mundo.</p>
<p>A balada a que se refere Teló alude àquele antigo poema com que se narrava alguma tradição histórica, acompanhado ou não por instrumentos musicais. Ou àquela peça puramente instrumental como cultivavam Chopin, Brahms ou Liszt.</p>
<p>A supracitada galera (“turma”, “amigos”, “gente”) de Teló se equipara ao decassílabo “Vogo em minha galera ao som das harpas”, de um poema de Castro Alves.</p>
<p>Reportando-se de novo ao poetinha Vinícius de Moraes (“Garota de Ipanema”), Teló também contempla a menina linda que passa. E vai além. Em êxtase, tomado pela excitação poética, num ato de coragem extrema, o baladeiro se declara:</p>
<p>Nossa, nossa<br />
Assim você me mata<br />
Ai se eu te pego, ai ai se eu te pego<br />
Delícia, delícia<br />
Assim você me mata<br />
Ai se eu te pego, ai ai se eu te pego</p>
<p>A dupla exclamação — “nossa, nossa” — nos remete à admiração de que falava Aristóteles como ponto de partida da reflexão filosófica, ou pode se tratar também de uma forma reduzida da interjeição “Nossa Senhora!”, inserindo o poema no amplo cenário (e não menor mercado) das composições religiosas.</p>
<p>Outra referência inconfundível é o locus poético em que amor e morte se encontram — o clássico “morrer de amor”. O verso “Assim você me mata”, que o cantor faz acompanhar com o abanar da mão em direção ao rosto (simulando morte por asfixia ou enfarte), equipara-se a momentos sublimes da poesia romântica de Gonçalves Dias ou Casimiro de Abreu. Há, entre outros exemplos, um soneto em que Camões, dirigindo-se ao Amor, com ele se queixa: “Que vida me darás se tu me matas?”</p>
<p>Aqui termina o poema de Teló, com uma concisão que lembra Paulo Leminski e Mario Quintana.</p>
<p>Mas parece que os imortais que acima citei não gostaram das comparações feitas aqui. Das suas tumbas erguem-se vozes, cantando em uníssono:</p>
<p>Assim você nos mata!</p>
<p>Autor &#8211; JOSÉ RENATO &#8211; <a title="Twitter - José Renato" href="http://twitter.com/JRenato62" target="_blank">@JRenato62</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Inversão de Valores</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 01:08:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristiano Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[A inversão de valores a qual passa nossa sociedade]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tenho me sentido um pouco incomodado com a vida do jeito que está acontecendo. Vejo uma inversão de valores que a mim incomoda tanto.</p>
<p style="text-align: justify;">Chego a me perguntar onde Deus errou na criação do homem ou ainda se é um erro do homem acreditar ser ele uma criação de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Vejo bandidos aplaudidos e trabalhadores humilhados. Vejo mulheres inteligentes e capazes perdendo espaço pra mulheres que mostram a bunda ou se prostituem por um cargo.</p>
<p style="text-align: justify;">Vejo crianças sendo ensinadas a serem egoístas e vejo a humildade se esvaindo no espaço.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cafecomamigos.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ctrl-alt-del.jpg" rel="lightbox[2123]"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2124" title="ctrl-alt-del" src="http://www.cafecomamigos.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ctrl-alt-del-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Não somos mais responsáveis por cuidar do mundo que vivemos, somos agora responsáveis pra fazer com que o mundo seja responsável por uma vida melhor pra nós, e caso não o faça, seremos contra o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma inversão de valores, de ideias que me faz pensar que seria melhor apertar o ctrl+alt+del e fazer um logoff&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Não Coma Neve Amarela</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Jan 2012 18:46:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristiano Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Frase]]></category>

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		<description><![CDATA[É só isso mesmo, NÃO COMA NEVE AMARELA.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É só isso mesmo, NÃO COMA NEVE AMARELA.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ah o amor&#8230;</title>
		<link>http://www.cafecomamigos.com.br/2011/08/24/ah-o-amor/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 13:15:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Luiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>

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		<description><![CDATA[Ah o amor! &#160; Amor sincero, amor bandido Amor sonhado, amor vivido Nem sempre intensamente Às vezes inconsequente. &#160; Muitos querem amar Amar pra valer, amar sem cessar Outros apenas ser amado Pra ter alguém sempre ao seu lado. &#160; Mas então o que é o amor? Há quem pergunte, há quem procure Há quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ah o amor!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Amor sincero, amor bandido</p>
<p>Amor sonhado, amor vivido</p>
<p>Nem sempre intensamente</p>
<p>Às vezes inconsequente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitos querem amar</p>
<p>Amar pra valer, amar sem cessar</p>
<p>Outros apenas ser amado</p>
<p>Pra ter alguém sempre ao seu lado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas então o que é o amor?</p>
<p>Há quem pergunte, há quem procure</p>
<p>Há quem nunca saberá</p>
<p>Eu achei, sei e sinto&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Amor</p>
<p>É o elo mais poderoso,</p>
<p>o bem mais precioso,</p>
<p>o sentimento mais bonito,</p>
<p>o clímax da felicidade,</p>
<p>o TUDO em sua maior simplicidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O amor fere, mas também cura</p>
<p>E a cada lágrima, dez sorrisos</p>
<p>Presença traz a paz, saudade a tortura</p>
<p>E o beijo a sublime loucura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O amor emudece, faz a gente gritar</p>
<p>Buscar ser sempre melhor</p>
<p>Pois algo tão divino como o amor</p>
<p>Deve durar, ser eterno, reencarnar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>                                               (André Luiz)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A cobra!</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 19:43:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Luiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[André Luiz]]></category>
		<category><![CDATA[Cobra]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma cobra, Um caco, de vidro, Um alvo. Uma morte, Da cobra. Bonita? Duvido. No caco de vidro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma cobra,<br />
Um caco, de vidro,<br />
Um alvo.<br />
Uma morte,<br />
Da cobra.<br />
Bonita? Duvido.<br />
No caco de vidro.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>E de amigos foram feitos os risos e as lágrimas (homenagem a um grande amigo que se foi)</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Aug 2011 00:17:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristiano Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Alegria]]></category>
		<category><![CDATA[Amizade]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tristeza]]></category>

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		<description><![CDATA[E ríamos e ríamos. De que ou por que? Ríamos dele, ríamos de mim, ríamos de você. Sim, de você que nunca vimos, com certeza rimos de você. E seus sonhos pingavam de sua boca e flutuavam em sua mente, povoavam seus pensamentos. Política, religião, futebol&#8230; não eram pra nós assuntos proibidos. Na verdade não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E ríamos e ríamos.</p>
<p>De que ou por que?</p>
<p>Ríamos dele, ríamos de mim, ríamos de você. Sim, de você que nunca vimos, com certeza rimos de você.</p>
<p>E seus sonhos pingavam de sua boca e flutuavam em sua mente, povoavam seus pensamentos.</p>
<p>Política, religião, futebol&#8230; não eram pra nós assuntos proibidos. Na verdade não era proibido pra gente falar, conversar e rir, rir de novo.</p>
<p>Parecíamos crianças rindo, ou pessoas irresponsáveis e talvez éramos naquele momento.</p>
<p>Ele, seu irmão e eu em um trio que gostava de curtir com as falhas alheias e com nossas próprias falhas.</p>
<p>Tomávamos Coca-Cola que conseguíamos de algum desavisado que se aproximava, afinal uma Coca sempre vai bem em meio a risadas.</p>
<p>De repente as lágrimas vieram, aquela dor enorme. Sentia que no meu peito uma bola de basquete ia se enchendo dilacerando tudo e de repente murchava apertando meus pulmões em uma dor e tristeza profundas.</p>
<p>Eu não teria mais aquela companhia pra dar risadas, não tomaríamos mais uma Coca-Cola juntos e o pior de tudo, seus sonhos não seriam realizados.</p>
<p>E as lembranças permanecem, percorrem em meu sangue.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/mbebsJsPzKU" frameborder="0" width="425" height="349"></iframe></p>
<pre><span style="text-decoration: underline; color: #ff0000;">Homenagem ao amigo, irmão Cleoton (Cleotinho).</span></pre>
]]></content:encoded>
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		<title>Eu também choro</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 00:10:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristiano Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Choro]]></category>

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		<description><![CDATA[E eu achava que não chorava e chorei. Era medo e raiva, raiva e medo. Sensação de impotência. E infelizmente, não parece que a vida será diferente. Não hoje, não por enquanto. Talvez amanhã!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E eu achava que não chorava e chorei. Era medo e raiva, raiva e medo. Sensação de impotência. E infelizmente, não parece que a vida será diferente. Não hoje, não por enquanto. Talvez amanhã!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Lágrimas e Cappuccino</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jun 2011 22:22:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristiano Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[Cappuccino]]></category>
		<category><![CDATA[Solidão]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma noite fria, a chuva insistia em cair e relâmpagos clareavam o quarto. Eu estava só e naquela solidão eu não conseguia dormir. Pensava a todo momento nela, com seu corpo quente, olhos atentos e cabelos crespos amaciados em salão. Sua voz firme que às vezes soava como rouca, outra hora soava como determinada e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma noite fria, a chuva insistia em cair e relâmpagos clareavam o quarto. Eu estava só e naquela solidão eu não conseguia dormir.</p>
<p>Pensava a todo momento nela, com seu corpo quente, olhos atentos e cabelos crespos amaciados em salão.</p>
<p>Sua voz firme que às vezes soava como rouca, outra hora soava como determinada e embalava nossas conversas a ponto de por horas e horas eu apenas observá-la a falar, contando seu passado, falando sobre seus planos e vez ou outra me fazendo carinho na face.</p>
<p>Agora estou aqui só ouvindo os pingos despejados como em baldes sobre o telhado. Raios como flashs e trovões como roncos do monstro que dorme debaixo da minha cama.</p>
<p>Não sou criança, mas sei que debaixo das camas dormem monstros. Aqueles monstros que empurramos para lá quando estamos com insônia e vez ou outra tentamos tirá-los de lá com uma vassoura, mas eles insistem em voltar e roncar cada vez mais alto estendendo a noite a uma eternidade até que as pálpebras se grudem, quando grudam.</p>
<p>Minha mãe me disse pra dormir com Deus, desligou o telefone e eu não dormi e tentei falar com Deus, mas parece que ele não pode me ouvir agora. Talvez esteja dando prioridades aos outros que tenham mais fé, ou simplesmente no auge da minha insignificância prefere me ignorar, como o mundo todo que assim insiste em não lembrar de mim.</p>
<p>O edredom já não aquece meu corpo que suspeito já estar em estado de hipotérmico, vou me levantar e buscar uma forma de esquentar o que ainda resta de mim. Um corpo sem alma com uma cabeça que pensa e a nenhum resultado chega.</p>
<p>Pego o isqueiro, acendo o fogão e decido fazer um cappuccino.</p>
<p>A água já borbulha e fico fitando-a como se a cada bolha fosse me trazer de volta a alegria de outrora. Ao que de repente volto à fria realidade e termino com o café e fico perguntando se realmente aquilo que preparo é um café, ou seria chá, leite&#8230; enfim, decido não perguntar mais que hoje não tenho resposta nem ao mais simples cálculo matemático de 1+1.</p>
<p><a href="http://www.cafecomamigos.com.br/wp-content/uploads/2011/06/capuccino.jpg" rel="lightbox[2077]"><img class="size-full wp-image-2078 alignleft" title="capuccino" src="http://www.cafecomamigos.com.br/wp-content/uploads/2011/06/capuccino.jpg" alt="Lágrimas e Cappucchino" width="143" height="143" /></a></p>
<p>A cada gole do cappuccino sinto minha garganta queimar e meu corpo voltar a ter uma temperatura mais próxima à vital.</p>
<p>Volto pra cama, me cubro com o velho edredom azul e durmo. Só espero que os sonhos não apareçam, eles me entristecem.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Faces da Vida</title>
		<link>http://www.cafecomamigos.com.br/2011/04/09/faces-da-vida/</link>
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		<pubDate>Sat, 09 Apr 2011 22:55:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristiano Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Decepções]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Sonhos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Pequenos textos sobre várias vidas!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando ele nasceu o pai olhou, sorriu&#8230; ainda todo sujo ele chorava e o pai dizia:<a href="http://www.cafecomamigos.com.br/wp-content/uploads/2011/04/setas.gif" rel="lightbox[2066]"><img class="size-thumbnail wp-image-2074 alignright" title="Direções Vida" src="http://www.cafecomamigos.com.br/wp-content/uploads/2011/04/setas-150x150.gif" alt="Faces da Vida" width="90" height="90" /></a></p>
<p>- Quando crescer vai ser médico!</p>
<p>Cresceu e virou traficante.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Quando ela nasceu a mãe chorou, olhou para ela e disse:</p>
<p>- Vou te amar sempre minha filha!</p>
<p>A mãe então se casou e deu a filha para o padastro abusar sexualmente.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Quando era garoto sonhava em ser jogador de futebol. Jogava bem. Passava noites em claro sonhando com a glória.</p>
<p>Cresceu e hoje é um grande pai!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Ela era bonita, olhos claros. Um cabelo anelado loiro e um sorriso encantador.</p>
<p>Nunca quis ser modelo, nunca quis ser atriz, nunca quis ser popular.</p>
<p>Cresceu e é modelo, atriz e popular!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>O pai era pobre, não tinha condições nem para alimentá-lo.</p>
<p>Passou fome, passou frio e foi envergonhado.</p>
<p>Cresceu e é um bem sucedido empresário.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Era delicado, de modos finos e o pai o rejeito pois via que o filho era gay.</p>
<p>O menino cresceu, se formou e hoje é professor.</p>
<p>O pai está doente, sem dinheiro e aquele filho desprezado é o único que o ajuda. Seus irmãos heteros abominam o pai.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Era criança e sonhava em ser policial.</p>
<p>Aos oito anos foi morto por um bandido na porta de casa.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Eram crianças e queriam ser amigos para sempre.</p>
<p>A vida os separou, hoje cada um está em um lugar e cada um com sua vida. Vidas totalmente diferentes.</p>
<p>Um é funcionário público, leva uma vida sem muito conforto mas também não passa grandes privações;</p>
<p>O outro virou andarilho. Não tem destino, só quer almoçar e jantar e um canto pra dormir. Não deseja mais que isso. É feliz assim.</p>
<p>O outro está doente, está com câncer terminal em um hospital e sua esposa está com ele todos os dias. Quando se conheceram ele percebeu que aquele sim era um amor para a vida inteira.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>A vida é cheia de histórias, de personagens, de sonhos, frustrações e realizações. Mas o certo é que viver é uma arte complicada!</strong></span></p>
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		<title>Se conselho fosse bom&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Mar 2011 05:20:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristiano Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho]]></category>

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		<description><![CDATA[Diferença de conselho e consultoria]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Desde criança escuto as pessoas dizendo que &#8220;<em><strong>Se Conselho Fosse Bom Não Se Dava, Vendia</strong></em>&#8220;.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Discordo, pois se o conselho for vendido ele não é mais conselho e sim <strong><em>CONSULTORIA</em>.</strong></span></p>
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