Minha namorada e eu fomos até a casa de um fanho, que tinha uma horta em seu quintal, para comprarmos couve.
Ao chegar lá, juntamente conosco chegou um senhor para resolver alguma pendência com o fanho.
O fanho então olhando pra mim disse ao senhor:
- Primeiro atendo o senhor, ele pode esperar, afinal ele demorou nove meses pra nascer e mesmo assim nasceu feio, pobre e “burricido”.
Aí só foram gargalhadas e espera até sermos atendidos.
Viver muito tem um preço.
Preço caro, que machuca…
O preço é ver quem gostamos morrer…
Tem se falado muito que a qualidade de ensino no Brasil anda de mal a pior e que a situação vem piorando nas últimas décadas. Pensando nisso, recordo dos tempos de minha alfabetização, período que considero mais importante na formação de um aluno. Minha turma foi alfabetizada pelo método tradicionalista chamado CBA e acho que muitos dos leitores já foram alfabetizados nesse método ou pelo menos já tiveram notícias dele.
Considero que minha alfabetização foi de uma grande excelência, pois a partir daí, nem eu nem meus colegas de classes do então primário não tiveram problemas com regras básicas de ortografia. Com o passar dos anos, esse método tradicional, o qual visa o aprendizado através da repetição foi substituído em algumas escolas pelo método construtivista, aonde a criança deve construir sua formação a seu ritmo e o professor é apenas um mediador do conhecimento. Este método também proclama que o aprendizado deve ser obtido através de experiências praticas.
Agora, como uma criança criada nos trópicos conseguira entender a existência de neve através de uma experiência prática? Impossível. Leia Mais…