Poesia

Ah o amor…

Autor: André Luiz

Ah o amor!

 

Amor sincero, amor bandido

Amor sonhado, amor vivido

Nem sempre intensamente

Às vezes inconsequente.

 

Muitos querem amar

Amar pra valer, amar sem cessar

Outros apenas ser amado

Pra ter alguém sempre ao seu lado.

 

Mas então o que é o amor?

Há quem pergunte, há quem procure

Há quem nunca saberá

Eu achei, sei e sinto…

 

Amor

É o elo mais poderoso,

o bem mais precioso,

o sentimento mais bonito,

o clímax da felicidade,

o TUDO em sua maior simplicidade.

 

O amor fere, mas também cura

E a cada lágrima, dez sorrisos

Presença traz a paz, saudade a tortura

E o beijo a sublime loucura.

 

O amor emudece, faz a gente gritar

Buscar ser sempre melhor

Pois algo tão divino como o amor

Deve durar, ser eterno, reencarnar.

 

                                               (André Luiz)

Compartilhe:
  • Facebook
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Print
  • MySpace
  • Live
  • Technorati
  • PDF

Pensamentos, Reflexões

A cobra!

Autor: André Luiz

Uma cobra,
Um caco, de vidro,
Um alvo.
Uma morte,
Da cobra.
Bonita? Duvido.
No caco de vidro.

Compartilhe:
  • Facebook
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Print
  • MySpace
  • Live
  • Technorati
  • PDF

Pessoal

E de amigos foram feitos os risos e as lágrimas (homenagem a um grande amigo que se foi)

Autor: Cristiano Vieira

E ríamos e ríamos.

De que ou por que?

Ríamos dele, ríamos de mim, ríamos de você. Sim, de você que nunca vimos, com certeza rimos de você.

E seus sonhos pingavam de sua boca e flutuavam em sua mente, povoavam seus pensamentos.

Política, religião, futebol… não eram pra nós assuntos proibidos. Na verdade não era proibido pra gente falar, conversar e rir, rir de novo.

Parecíamos crianças rindo, ou pessoas irresponsáveis e talvez éramos naquele momento.

Ele, seu irmão e eu em um trio que gostava de curtir com as falhas alheias e com nossas próprias falhas.

Tomávamos Coca-Cola que conseguíamos de algum desavisado que se aproximava, afinal uma Coca sempre vai bem em meio a risadas.

De repente as lágrimas vieram, aquela dor enorme. Sentia que no meu peito uma bola de basquete ia se enchendo dilacerando tudo e de repente murchava apertando meus pulmões em uma dor e tristeza profundas.

Eu não teria mais aquela companhia pra dar risadas, não tomaríamos mais uma Coca-Cola juntos e o pior de tudo, seus sonhos não seriam realizados.

E as lembranças permanecem, percorrem em meu sangue.

Homenagem ao amigo, irmão Cleoton (Cleotinho).
Compartilhe:
  • Facebook
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Print
  • MySpace
  • Live
  • Technorati
  • PDF
SEO Powered by Platinum SEO from Techblissonline