Pessoal, Preconceito, Reflexões

Peso de Consciência

Autor: Cristiano Vieira

Ontem cheguei tarde de uma viagem, cansado e com fome.
Como pra variar lá em casa não tem nada pra se fazer uma janta (a não ser carne congelada), resolvi ir até um Pit Dog (pra quem não sabe, Pit Dog é sanduicheria em Goiás).
Lá chegando estavam alguns homens que tem como felicidade na vida beber cachaça e rir da cara dos outros. E um deles chacoteava da cara de outro por N’s motivos.
O que era chacoteado dizia estar com fome e que queria comer algo. Pediu pra que eu pagasse um “saigado” pra ele comer e me recusei.
Tenho comigo que quando uma pessoa está embriagada não a ajudo. É algo pessoal que não quero colocar aqui os motivos, mas este homem não estava embriagado e estava solicitando algo pra comer.
Assim que meu sanduíche ficou pronto, o peguei juntamente com um refrigerante e parti de volta pra meu rancho e vi o homem que outrora me solicitava algo pra comer de frente a uma casa recebendo uma vasilha com um pouco de comida.
É, a partir de hoje mudo meu jeito de agir. Me coloquei no lugar daquele homem e pude imaginar o quanto deve ser horrível passar fome e ninguém querer ajudar.

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Blogs, Informática

Para Usuários WordPress

Autor: Cristiano Vieira

Há alguns dias conheci um blog muito bom para usuários WordPress. Trata-se do blog Tudo Para WordPress.

No referido blog há variados assuntos, tais como Plugins, Temas, Dicas, enfim, há tudo para wordpress.

Aconselho a leitura dos seguintes posts:

Agora que já coloquei a sessão “Olhando para o próprio umbigo”, sigamos com a programação anormal.

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Pessoal, Poesia

Nosso Amor

Autor: Cristiano Vieira

Rosas Vermelhas

Rosas Vermelhas

E parecia coisa de criança, brincadeira pra passar o tempo. Parecia mesmo é que no intervalo de uma aula e outra eu estava apenas inventando coisas pra passar o tempo.

Não olhava em seus olhos, não ouvia sua voz, não via seu sorriso… Apenas queria um pouco de atenção. E mesmo me evitando ela sabia me dar a atenção que eu buscava.

E tantas palavras foram soltas, despregando dos dedos, entre um bate-papo e outro e foi surgindo, devagar foi surgindo nosso amor.

Não é um amor que manda flores, mas sim um amor que declara;

Não é um amor que jura ser pra sempre, mas um amor que trabalha pelo futuro;

Não é um amor doentio, mas que adoece o coração pela saudade.

É um amor que dá colo, que passa a mão no rosto. É um amor que discute, chateia, mas com um olhar, uma palavra, um simples “oi” tem o perdão estampado nos olhos.

É um amor que chora na despedida, que sorri na chegada.

É brincar de pega-pega, é contar estórias pra não dormir, é sentir calor e frio e querer em todo momento estar juntos.

É dar tapas, é apertar, é ameaçar… Ameaças com beijos, ah, estas ficam mais doces que chocolate.

É querer a loucura, porém não ser louco o suficiente pra cometer todas que vem à cabeça.

Esse é nosso amor. Um amor como tantos outros amores, mas que eu não trocaria por nenhum outro.

Veja também: Eliane é assim, Papo a Dois

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