Saúde

H1N1 – Omissão das autoridades?

Autor: Cristiano Vieira

O Brasil é o país com o maior número de mortes confirmadas pela nova gripe, chamada de Gripe Suína ou H1N1. (Clique aqui e leia a reportagem)

Posso estar enganado, mas tenho a sensação de que as autoridades brasileiras tem escondido os verdadeiros números dessa epidemia, dizendo que a situação está controlada.

Por dois motivos as autoridades podem estar assim procedendo:

1 – Pra evitar pânico na população;

2 – Não querem assumir que o sistema público de saúde no Brasil está extremamente falido e não consegue suportar a demanda surgida com essa nova gripe.

Diante disso, o melhor é prevenir. Saiba como no texto abaixo publicado pelo site de notícias G1.

É possível prevenir a doença?
Sim. Cubra a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar e jogue o lenço no lixo após o uso. Lave bem as mãos frequentemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar. Você também pode usar produtos à base de álcool para limpar as mãos. Evite tocar os olhos, boca e nariz, porque os germes se espalham desse modo. Não compartilhe objetos de uso pessoal, como copos, pratos e talheres. Evite contato próximo com pessoas doentes. Alimente-se bem.

Quais sintomas indicam que eu posso estar com a nova gripe?
Febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza.

O que eu devo fazer se estiver sentindo isso?
Procure seu médico ou vá a um posto de saúde rapidamente.

O que eu NÃO devo fazer?
Não deixe passar 48 horas do início dos sintomas sem fazer nada. Não recorra à automedicação nem fique em casa tomando chazinho. Também não fique obcecado pela ideia de fazer a todo custo o teste para confirmar se você tem o A (H1N1) ou não. Médicos e hospitais vão tratá-lo, independentemente da confirmação laboratorial. Eles vão se orientar pelos sintomas, não pelo teste do H1N1. Também não corra para um hospital se você não está com os sintomas descritos. Muitos hospitais ficaram lotados recentemente com o assédio de pessoas que não tinham nem gripe comum. Evite todos esses extremos. Não há razão para pânico.

A nova gripe é parecida com a comum?
Sim. Na gripe comum, a maioria dos casos apresenta quadro clínico leve e quase 100% evoluem para a cura. Isso também ocorre na nova gripe. Em ambos os casos, o total de pessoas que morrem após contraírem o vírus em todo o mundo é, em média, de 0,5%. Como cerca de 30% dos que pegam gripe (de qualquer tipo) não apresentam sintomas, e nem todo mundo vai ao médico para relatar a infecção, a porcentagem real de mortos é ainda menor.

Mas se a nova gripe é parecida com a gripe comum, porque tanta mobilização?
Porque o vírus A (H1N1) é novo e ainda não se sabe tudo sobre suas características. É obrigação das autoridades de saúde e da comunidade científica acompanhar de perto a situação. A nova gripe pode afetar gravemente pessoas com sistema imune mais forte, ao menos em certos casos. O principal risco associado à doença é uma inflamação severa dos pulmões, que pode levar à insuficiência respiratória, ou seja, incapacidade de respirar direito.

O que indica agravamento do quadro clínico?
Frequência respiratória superior a 25 respirações por minuto, dores no peito, pressão baixa, dedos das mãos e dos pés arroxeados, confusão mental, sinais de desidratação.

Quem faz parte do grupo de risco?
Maiores de 60 anos de idade, menores de 2 anos, gestantes, pessoas com diabete, doença cardíaca, pulmonar ou renal crônica, com deficiência imunológica (como pacientes com câncer ou em tratamento para Aids) ou com doenças provocadas por alterações da hemoglobina, como anemia falciforme.

Se há agravamento ou eu faço parte do grupo de risco, o que acontece?
Você será encaminhado pelo seu médico ou pelo posto de saúde a um dos 68 hospitais de referência para tratamento de casos que inspiram mais cuidados. Essas unidades prepararam 900 leitos com isolamento adequado para atender aos doentes que necessitem de internação. O agravamento do quadro NÃO significa que ele vá ser fatal. Mesmo nos casos graves, a maioria dos pacientes sobrevive.

Quais os critérios de utilização para o remédio contra a nova gripe?
Só os pacientes com agravamento do estado de saúde nas primeiras 48 horas desde o início dos sintomas e as pessoas com maior risco de apresentar quadro clínico grave serão medicados com o remédio específico.

Isso é feito porque o medicamento está em falta?
Não. O objetivo é evitar o uso desnecessário e uma possível resistência ao medicamento. O Ministério da Saúde mantém estoque suficiente de medicamento para tratamento dos casos indicados. Além de comprimidos para uso imediato, há matéria-prima para produzir mais 9 milhões de tratamentos.

O vírus, se infectar grávidas, pode causar problemas de desenvolvimento em fetos?
Não. O grande problema enfrentado por uma grávida é a relativa debilidade do sistema de defesa de seu organismo na comparação com o de outras pessoas. É por isso que grávidas fazem parte do grupo de risco para complicações pela nova gripe.

Quem pega a gripe uma vez pode ser infectado por ela novamente mais tarde?
Não. O organismo cria defesas contra o vírus. No entanto, se houver uma mutação significativa no subtipo do vírus, alterando as características que o agente causador da doença usa para invadir o organismo, é como se fosse uma nova onda de gripe – e aí a doença pode se apresentar de novo.

O vírus A (H1N1) tem “transmissão sustentada” no Brasil? O que isso significa?
Que o contágio no Brasil não está mais vinculado a alguém que viajou e foi infectado pelo vírus ao exterior ou ao contato com quem viajou e foi infectado pelo vírus. Era essa a situação entre 24 de abril, data do primeiro alerta da Organização Mundial da Saúde (OMS), até o dia 15 de julho. Agora o vírus circula pelo país, de forma constante e ininterrupta. Ele não é mais “importado”.

A OMS declarou que há uma “pandemia” da nova gripe. Isso significa que haverá alto grau de mortalidade?
Não. O termo “pandemia” só indica que o vírus se espalhou em vários continentes e se transmite de forma sustentada, ou seja, sem interrupção da cadeia de transmissão no horizonte.

Qual a origem desse vírus?
A gripe A (H1N1), também chamada de gripe suína, é uma doença respiratória causada por um vírus influenza tipo A cujos “ancestrais” causam regularmente crises de gripe em porcos. Ocasionalmente, o vírus vence a barreira entre espécies e afeta humanos. O vírus da gripe suína clássica foi isolado pela primeira vez num porco em 1930. Desde então, o patógeno sofreu novas recombinações e se tornou mais capaz de infectar pessoas.

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Política

Prefeito de Sanclerlândia morre por causa da nova gripe

Autor: Cristiano Vieira

Carlão

Carlão

O prefeito da cidade de Sanclerlândia, interior de Goiás – Carlos Magalhães dos Santos, 38 – PMDB faleceu na noite de 31/08 para 01/09/2009 da nova gripe – H1N1.
Ainda não há informações nos veículos oficiais de comunicação, porém toda a cidade já recebeu a confirmação.

Anteriormente o Jornal Hoje Notícia já havia informado sobre o estado de saúde do prefeito.

Ps.: Já temos informações de fontes oficiais:

http://www.noticiasdegoias.go.gov.br/index.php?idMateria=66415

http://www.jusbrasil.com.br/politica/3491513/morre-prefeito-de-sanclerlandia

http://www.agenciapress.net/2009/09/prefeito-de-sanclerlandia-morre-de.html

http://www.opopular.com.br/anteriores/02set2009/cidades/default.htm

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Amizade, Pensamentos, Raul Seixas, Reflexões

Viver II

Autor: Cristiano Vieira

Por que que os sonhos foram feitos pra gente não viver? “Raul Seixas”

Atitudes Sem Limite

Atitudes Sem Limite

Me deparando com esta frase comecei a analisar quantos sonhos temos e eles não são realizados. Consequentemente refletir sobre a frase me fez pensar: Será que sonhamos exageradamente o impossível, ou a vida é extremamente dura para se sonhar?

Os sonhos de nós muitas vezes são tirados por pessoas que não percebem a impiedade que fazem. E fazem como quem tira o pão de um faminto.

E quando queremos alguém pode nos dizer que estamos querendo demais, mesmo quando temos a certeza que apenas queremos o que nos é permitido, nos é de direito.

Porém não só de sonhos se vive a vida, mas de amizades, afinal de contas, novamente citando Raul Seixas, sonho que se sonha só é só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é realidade.

Quantas amizades ao longo da vida fazemos e de repente os caprichos do viver nos afastam dessas pessoas. Porém as memórias nos levam a cada abraço, a cada conversa, a cada besteira feita juntos e assim a amizade prevalece, guardada onde os sentimentos mais belos são guardados e sempre que podemos vamos lá, revirar o baú e sorrir com as lembranças.

E a vida com seus caprichos não nos deixa realizar o que planejamos quando crianças. Ela vai nos ensinando que viver não é ter tudo o que desejamos, mas sim é lutar pra conquistar. Ensina que temos que fazer como diz a canção (novamente do Raul): “…levante suas mãos sedentas e recomece a andar, não pense que a cabeça aguenta se você parar…”.

Diante de que viver é fazer e não esperar (Geraldo Vandré, pra não dizer que não falei de flores), talvez estejamos jogando *pérola a porcos, gastando nossa vida, nosso tempo com o que não é de proveito, com o que não edifica e muito pior, com o que a destrói.

diferença

Talvez estejamos sonhando demais e agindo de menos. Ou então, estejamos reclamando demais e não buscando mudanças. E o pior, talvez queiramos os louros da vitória mas não o ardor da luta.

*MATEUS 7:6
Não deis aos cães o que é santo, nem lanceis ante os porcos as vossas pérolas, para que não as pisem com os pés e, voltando-se, vos dilacerem.
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