O prefeito eleito mais jovem do Brasil é o jovem de 20 anos Caio Curado, PMDB.
Ele foi eleito para governar a cidade de Faina, uma pequena cidade do interior de Goiás. Porém há um grande problema em sua eleição.
Até uma semana antes o candidato a prefeito do PMDB em Faina era seu tio Fernando Curado, que por problemas com a lei de resposabilidade fiscal teve sua candidatura indeferida, colocando assim seu sobrinho Caio Curado em seu lugar.
O pior estaria por vir. Os eleitores que votavam 15 viam na urna a foto de Fernando Curado e não de seu sobrinho, ou seja, a população votou no tio (que não é santo) mas acabou elegendo o sobrinho.
É algo incompreensível! Como alguém pode assumir o lugar de outro candidado a três dias de uma eleição? Como é permitido votar em uma pessoa pra eleger outra?
Não sei se a justiça eleitoral fará alguma coisa, mas é certo que mais uma vez o povo foi feito de besta.
Tenho dito!
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UPDADE: Na quinta feira antes das eleições o Fernando Curado que teve sua candidatura cassada fez um comício como sendo ele o candidato, porém já havia uma semana que o sobrinho dele é que estava concorrendo à vaga de prefeito.
Leitores, amigos e loucos…
Esta é uma campanha pra ajudar um cara que é virgem até hoje e tem 25 anos (ih, ele me venceu, eu tinha 22 quando saí desta condição).
Ajudá-lo é simples, basta acessar o endereço http://www.ajudeumvirgem.com/ e pronto.
Lá tem mais informações.
Se você tem um site, blog, e-mail, e-marketing, Iphone, Ipod, orkut, acessa o youtube… Divulgue aí o endereço, vamos ajudar o cara a perder o caba… Digo, a virgindade!
Tenho dito!
A greve dos Correios, que paralisou seus serviços por três semanas em julho e deixou cerca de 130 milhões de entregas em atraso, derrubou o resultado da estatal. O lucro operacional, que havia alcançado R$ 329 milhões no ano passado, cairá para menos de R$ 50 milhões em 2008. Apesar de manter-se na liderança, a Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) perdeu clientes corporativos que, insatisfeitos com a paralisação, fecharam contratos com concorrentes para a distribuição expressa de correspondências.
Para encerrar a greve, a estatal aceitou pagar adicional de 30% de risco ao salário de 43 mil carteiros, além de um benefício de R$ 260 a 16 mil funcionários. “A folha de pagamento aumentou R$ 380 milhões, perdemos negócios e a concorrência aproveitou para fechar contratos de seis meses ou mais no mercado corporativo”, lamenta o presidente da ECT, Carlos Henrique Almeida Custódio. Animados com o desfecho da paralisação em julho, os funcionários agora cobram a reposição das perdas salariais desde 1994. A estatal oferece 6,23% – equivalente à inflação dos últimos 12 meses – e as negociações se arrastam há mais de um mês.
A queda-de-braço com os sindicatos não tem sido a única dor de cabeça recente. Desde dezembro de 2006, os Correios estão sem publicidade. No ano passado, as três licitações para contratar novas agências geraram tanta polêmica que uma delas foi cancelada e a outra aguarda decisão dos tribunais, após recursos judiciais dos perdedores. Só uma das licitações foi inteiramente concluída. O contrato, de R$ 45 milhões por um ano (prorrogável por outros cinco), será assinado nos próximos 15 dias com a Artplan. A agência de Roberto Medina se encarregará da publicidade – em todas as mídias – que envolve os serviços de Sedex. Mas a propaganda institucional dos Correios continuará congelada.
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