27 de dezembro, esperando!
Poesia, Reflexões | (0)
E agora o peito começa a se apertar, como se a saudade o espremesse forte.
Os olhos não conseguem direito enxergar.
O estômago está cheio mesmo eu não tendo me alimentado.
Eu queria cantar, mas não há canção que limpe de mim o que sinto.
Tudo que busco agora é olhar-te frente a frente, olhar teu rosto, olhar teu olhar.
Quero te ter no colo, menina, anjo, mulher...
Quero te ter nos braços e te ver adormecer.
Tantos desejos e mais saudade.
No prato, no garfo, na garganta. É como se te engolisse a cada vez que me alimento.
Sinto que meu alimento é nosso amor, é nosso amar, ...